O documentário Video Games: The Movie tem estreia marcada para o dia 18 desse mês nos cinemas da América do Norte. O projeto foi financiado pelo Kickstarter, com orçamento inicial de 60 mil dólares, alcançando os 107 mil.
Com direção de Jeremy Snead e produção de Zach Braff (Scrubs, Garden State), a produção conta a história da indústria do videogame, mostrando como ela saiu de um inocente brinquedo dos tempos do Pong — e até antes disso — para tornar-se uma mídia bilionária que compete com o cinema. Vai também para o futuro, falando das possibilidades como a imersão 3D e outras que nos esperam.
Mais do que só mostrar história, a tentativa é explorar cada aspecto desse mundo: os gamers, os jogadores casuais, como surgiram os grandes torneios, a visão dos designers, dos empresários. Snead explica no vídeo da campanha que sua meta principal é eliminar estigmas que rondam esse universo, como as velhas ladainha "games são violentos" ou "gamers desperdiçam seu tempo". É como mostrar um lado B da coisa toda — pelo menos lado B para quem não é íntimo:
É um documentário não só sobre a história dos videogames, mas sobre onde estão hoje, sobre a cultura gamer, como os games são feitos, como uma ideia torna-se a experiência completa dos games. Também vamos ao futuro dos games, a direção que tomarão. E o maior objetivo é derrubar as concepções erradas sobre os gamers, sobre a indústria de games.
A narração é de Sean Astin (o Sam de O Senhor dos Anéis), e há entrevistas com nomes importantes da indústria como Nolan Bushnell (co-fundador da Atari), Hideo Kojima (aquele), David Crane (co-fundador da Activision) e outros executivos, programadores e designers.
Confira o trailer:
Vendas digitais começam em 15/07/14. Segundo a produtora, estarão disponíveis versões dubladas e legendadas.
Atualização: o filme está disponível nas Netflix da vida, só procurar. Isso se você, que conhece um pouco da história dos videogames, quiser perder uma hora e meia da sua vida com SEMELHANTE BOSTA. É muito, muito fraco. Praticamente ignora qualquer coisa que não tenha sido feito por Nintendo ou Sony, tem a moral de falar superficialmente do "resto"; a Sega é tratada como se tivessem sido um minúsculo inseto. PC Engine, que vendeu milhões de consoles no Japão? Capcom, que revitalizou os arcades? Esqueça, se tiverem um minuto de citação é muito.
Sinceramente, dá impressão do roteiro ter sido feito por algum garotinho de 15 anos que nem se deu ao trabalho de pesquisar mais a fundo o que aconteceu além de sua zona de conforto ou interesse. Definitivamente não recomendo.
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