Galeria: games com bandas e músicos

Quando games avançaram em gráficos e áudio, a indústria da música fez questão de participar, deixando pérolas - para o bem e para o mal.

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No começo dos videogames, aqueles bips eletrônicos e quadrados toscos na tela faziam tudo parecer um brinquedo bobo. Mas a partir do fim dos anos 80, a coisa começou a ficar séria. Mais recursos gráficos e de áudio atraíram olhos na mídia, seduzidos pela novidade que ganhava adeptos sem parar.

Os laserdisc como Dragon's Lair (1983) pareciam um convite para o cinema, e a indústria da música também via futuro ali. Mas foi nos hardwares simples, de som sintetizado e chiptunes, que pioneiros se aventuraram. A então poderosa banda Journey, famosa por hits como Don't Stop Believin' e Who's Crying Now, estrelou um game bizarro para arcade, e pouco depois o pobríssimo Escape para Atari 2600. Frankie Goes to Hollywood, do pegajoso Relax, um dos hinos gays da década, virou tema de um jogo para Commodore, ZX Spectrum e Amstrad CPC em 1985.

No fim dos anos 80 e ao longo dos 90, mais tentativas, variando do sólido Moonwalker para arcade, Mega Drive e Master System, aos medianos Revolution X com Aerosmith, o pinball (Motley) Crüe Ball, e a horrorosa série de criação de videoclipes Make My Video para o Sega CD.

Aliás, esperava-se muito mais nos CDs logo de cara, mas computadores ficaram com as melhores opções. Queen: The eYe foi uma maratona action-adventure dividida em 5 discos, e Omikron: The Nomad Soul, além da trilha sonora, trouxe David Bowie como um dos personagens.

Relembre alguns games com bandas e músicos que divertiram ou atormentaram o público entre os anos 80 e 90.

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