Phantasy Star II (Mega Drive)

O segundo jogo da série de RPG da Sega mostra a saga de Rolf lutando contra o Mother Brain.

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Phantasy Star II é um jogo do gênero RPG desenvolvido e lançado pela Sega em 1989 para o Mega Drive. Dando continuidade à série iniciada no Master System, a trama se passa mil anos após os eventos de Phantasy Star, mostrando a missão de um agente chamado Rolf tentando descobrir a causa de falhas do Cérebro Mãe (Mother Brain) que controla o planeta Mota.

Phantasy Star II foi o primeiro jogo de videogame a usar cartuchos de 6 megabit, fazendo dele o maior até então. O jogo teve boa recepção de público e crítica, elogiado especialmente pela trama de ficção. Foi relançado algumas vezes, recebendo um remake para o PlayStation 2 em 2005.

phantasy star ii motherbrain

História e desenvolvimento

Fumiko Sato em 1989
Fumiko Sato foi a vencedora do concurso promovido pela Sega para que fãs enviassem ideias para o design do game. Não se sabe exatamente quais foram suas contribuições, mas a revista BEEP publicou sua reação à vitória. “Quando ouvi que tinha ganho o grande prêmio, eu honestamente fiquei mais surpresa que qualquer um. Além de minhas ideias para a história, acho que foi bom que eu tenha incluído algumas outras sugestões para o cenário de Phantasy Star II”.

O planejamento de Phantasy Star II começou com os bons resultados do primeiro jogo junto ao público japonês. O desenvolvimento em si começou a partir de uma promoção da Sega do Japão, que perguntou ao público que tipo de recursos gostaria de ver no jogo. As respostas do concurso foram a base inicial.

Apesar de ter o mesmo time de produção do Phantasy Star original, foi logo definido que o jogo seria o primeiro RPG para o Mega Drive. A Sega queria explorar as novas possibilidades oferecidas pelo console de 16-bit e passou muito tempo pensando em como manter o “espírito” do jogo anterior. Apesar de abandonar os peculiares labirintos em 3D, investiram mais em detalhes como a animação de inimigos.

Havia muita pressão, já que a Sega recebeu um forte feedback dos fãs do primeiro jogo. Na busca por satisfazer todos e fazer um “projeto perfeito”, ele acabou saindo acima do orçamento previsto.

“A certo ponto, recebíamos ordens da direção para revistar o design e os planos de desenvolvimento para a Sega pudesse vendê-lo mais barato”, contou a equipe pouco depois do lançamento. “Mas conversamos e os convencemos de quem só teriam algo realmente bom perto do limite do prazo”.

No início, segundo o designer Tooru Yoshida, o protagonista planejado era Lutz (Noah na versão americana do primeiro Phantasy Star). Yuji Naka disse que seria má ideia: o personagem era considerado muito fraco e “indefinido” no jogo anterior; Naka o via como um protagonista muito “suave” para o papel se fosse redesenhado daquela forma. Assim a equipe optou por criar um novo personagem, surgindo Rold (Yushisu, na versão original em japonês).

Lutz concept art
Concept art de Phantasy Star II mostra Lutz despertando após 1000 anos.

Com os personagens decididos, a roteirista Chieko Aoki também mudou bastante o enredo. Na primeira versão, Lutz despertava 1000 anos depois dos eventos originais, encontrando um mundo controlado pelo cérebro-mãe, então voltava no tempo através de um portal e ajudava a Alis original a alterar o futuro.

Toda a parte sobre a viagem no tempo foi removida. “Acho que Chieko mudou aquilo porque não gostava da ideia de reescrever e apagar eventos passados do primeiro game daquele jeito”, avaliou Yoshida. “Então ela mudou quase todos os cenários; lembro de certos eventos em Motavia sendo removidos, também”.

Já segundo o também designer Kotaro Hayashida, o planejamento inicial de Phantasy Star II era para o Master System. Com o foco mudando para o Mega Drive, “tivemos que refazer nossos planos”, o que era considerada uma tarefa “enorme” com uma “agenda opressora” de desenvolver o game em apenas seis meses, incluindo o debugging.

Phantasy Star II foi criado num período incrivelmente curto”, disse Hayashida. “A única razão de termos conseguido foi por Yuji Naka”, citando o programador. Foi através de Naka que o designer Naoto Ohshima (que com ele seria um dos criadores de Sonic mais tarde) entrou no projeto. O primeiro trabalho de Ohshima na Sega havia sido no design de monstros do primeiro jogo.

“Então, quando Phantasy Star II estava sendo desenvolvido, notei Naka sentado perto de mim e ele parecia realmente estressado. Perguntei casualmente se ele precisava de ajuda, e de repente uma tonelada de trabalho foi jogada no meu caminho”, contou rindo. Ele faria desenhos de monstros e ajudou a criar o cenário de batalha e efeitos de magias.

Em certo ponto, foi considerada a participação de um gato similar a Myau, mas por problemas nos gráficos das batalhas, a ideia foi descartada. Alguns itens planejados também saíram da versão final por falta de espaço na memória, como uma nave Hapsby, uma estátua de Odin e um item chamado “Master System” — segundo Miki Morimoto, “provavelmente um lembrete vestigial de que Phantasy Star II foi originalmente planejado para o Master System”.

arte oficial de Phantasy Star II
A arte oficial de Phantasy Star II, feita por Hitoshi Yoneda.

Phantasy Star II seguiu num desenvolvimento mais ou menos suave até cerca de 80% completo. A essa altura, as equipes da Sega costumavam apenas ter uma ideia de quando um game seria lançado, mas vez disso, o jogo foi anunciado ao público. Isso aumentou as expectativas e fez o resto do trabalho ser bastante pressionado e corrido.

Durante a segunda metade do trabalho, havia entre 10 e 12 pessoas na equipe. Segundo Rieko Kodama, havia pelo menos três pessoas trabalhando no design de personagens (incluindo ela). Cada um cuidava de um estilo; Yoshida, por exemplo, desenhou os monstros mecânicos. Para manter a harmonia entre os designs, eles se consultavam com frequência, mostrando o que estavam fazendo e ajustando conforme a necessidade. Todos podiam desenhar qualquer tipo de gráfico, contudo.

Um problema inesperado, segundo Hayashida, foi uma falta de balanceamento entre áreas abertas e dungeons na segunda metade do jogo. Teria acontecido porque os dungeons foram criados por funcionários novos na Sega:

Como eles colocaram muito esforço nos mapas, meio que passaram da conta… O jogo ficou mais complexo nos dungeons do que no resto. Acho que você percebe bem isso nos dungeons de Dezolis. Eles foram muito bem feitos, de fato, e quando Chieko Aoki os viu, não quis que todo o trabalho dos novatos fosse à toa, então decidimos usar aqueles mapas… embora com sentimentos mistos.

Com a agenda apertada, muito do que a equipe queria fazer, tanto em termos de implementações quanto testes, acabou eliminado. Para melhorar a qualidade, o jogo, que seria lançado em cartuchos de 4 megabit, passou para um de 6 megabit. Isso fez de Phantasy Star II o maior cartucho de seu tempo — o Neo-Geo, conhecido pelos cartuchos com mais de 100 mega, só seria lançado no ano seguinte.

Quando o trabalho de design e programação estava pronto, a Sega teve um problema com o fornecimento de chips, que precisou contornar para não ter atrasos na distribuição. Como o cartucho de 6 mega era mais caro, a Sega nem tinha certeza se faria lucro com sua venda; tiveram que trabalhar muito para chegar ao valor final para o consumidor.

O marketing buscou reforçar o nome da franquia, com muitos anúncios em revistas também visando apresentá-la ao público novo, com anúncios não só em revistas de games como a BEEP, mas também de conteúdo amplo, além de anúncios em lojas.

Para manter elos com o título original, há vários vínculos que não aparecem de forma explícita no jogo. “Os descendentes de Alis, Tyrone (Odin) e Myau do Phantasy Star original aparecem em Phantasy Star II“, contou Yoshida. Entre eles, o pirata Tyler (descendente de Odin), Rolf (descendente de Alis) e os gatos na estação espacial de Skure, em Dezo (todos descendentes de Myau).

“Estávamos pensando que após os eventos de Phantasy Star, os filhotes de Myau se tornaram pets das pessoas que viviam ali. Em outras palavras: todas as pessoas ali morreram, ficando só os gatos”, completou o designer.

Enredo

Em algum ponto na galáxia de Andrômeda está o sistema estelar Algo (Algol no jogo original e em quase toda a série). A estrela tem três planetas em órbita.

O primeiro é Palm (Palma no jogo original), onde fica a sede do governo. Ali vivem muitos artistas, cientistas e estudiosos. O segundo é Mota (Motavia); outrora um planeta desértico, foi transformado num paraíso. A vida em Mota é pacífica e tranquila; as pessoas têm todas as necessidades atendidas e sequer precisam trabalhar. O mais distante é Dezo (Dezoris). Pouco se sabe sobre o planeta gelado e misterioso.

Mil anos se passaram desde que Alis e seus amigos libertaram Algol da tirania de Lassic. Desde então, o sistema prosperou sob os cuidados de um computador gigante chamado apenas de Mother Brain. O Cérebro-Mãe regula a torre Climatrol que climatizou Mota, o laboratório de biossistemas, os sistemas de colheita e todas as coisas que fornecem o que as pessoas em Mota precisam. Criou-se, assim, uma dependência das pessoas em relação à máquina, que lhe provém tudo.

O jogo começa com o personagem Rolf lembrando um pesadelo recorrente. No sonho, ele vê uma jovem — parecida com Alis — lutando contra um demônio. Pouco antes do demônio a matar, Rolf acorda. De sua casa em Paseo, capital de Mota, ele vai à torre central se encontrar com o chefe de governo local, onde recebe sua nova missão.

phantasy star ii nei vs neifirst
Nei enfrenta Neifirst

Rolf deve descobrir a causa do surgimento de biomonstros (animais biologicamente alterados). Ele parte para investigar com Nei, uma humanoide com características de gato. Ao longo do caminho, outros membros se juntam ao time, que descobre um híbrido biomonstro chamado Neifirst.

Ela revela que suas origens são as mesmas de Nei; como biomonstro, é uma pária da sociedade que detesta e por isso sabotou o sistema de controle climático de Mota e o laboratório de biossistemas. Nei confronta Neifirst sozinha, mas é derrotada e morta.

Angustiado, Rolf e o resto do time derrotam Neifirst, fazendo com que o laboratório de biossistemas se autodestrua, acabando com o risco dos biomonstros em Mota. Mas isso desencadeia outro incidente: a explosão do laboratório danifica o equipamento Climatrol e faz com que o lago central de Mota transborde.

Para evitar uma inundação maciça, Rolf e amigos decidem abrir quatro barragens.

phantasy star ii gaira
O grupo descobre que Gaira vai se chocar com Palma.

Ao desbloquear a última barragem, eles são capturados pelos robôs de segurança da Mother Brain, acusados ​​de causar o desastre ambiental e sentenciados à morte no satélite Gaira. O satélite não funciona corretamente (por ação da Mother Brain) e colide com o planeta Palm, sendo ambos destruídos. Rolf e companhia são resgatados no momento oportuno por um pirata espacial, Tyler — na versão em japonês, o grupo morre no desastre, mas seus corpos são clonados por Tyler.

Considerados culpados pela destruição de Palm e morte de todo seu povo, o grupo embarca na última nave restante de Mota — legado de um programa espacial que foi desativado pela Mother Brain após o incidente — ao misterioso planeta Dezo.

Num canto distante do planeta, Rolf e o grupo encontram a Mansão Esper, onde o lendário feiticeiro Lutz (Noah) desperta de um longo sono. Lutz revela segredos do passado de Rolf, bem como o segredo sombrio da Mother Brain. Para salvar o sistema, os heróis buscam o poderoso arsenal Nei, em quatro masmorras, capazes de derrotar os inimigos na nave espacial Noah, onde reside o Cérebro-Mãe.

phantasy star ii final terráqueosFinalmente é revelado que o demônio do pesadelo de Rolf é Dark Force, o verdadeiro corruptor de Lassic e o inimigo de Alis há mil anos. Ele esteve por trás de todas as ameaças que Rolf enfrentou, incluindo o próprio Cérebro-Mãe. Rolf confronta a entidade maligna e a derrota.

Após a batalha, Lutz o alerta de que ainda há pessoas na nave: os últimos sobreviventes da Terra. Eles chegaram ao sistema Algol após destruir a Terra com seu estilo de vida, encontrando ali um ambiente perfeito — criaram o Cérebro-Mãe para satisfazer todas as necessidades do povo de Algol e com a dependência criada, controlá-los.

No final, ocorre uma luta entre os heróis e centenas de terráqueos. O jogo termina sem revelar o resultado.

Jogabilidade

A jogabilidade de Phantasy Star II é semelhante a do jogo original. Seu sistema de batalha é baseado em turnos e menus, permitindo que o jogador escolha comandos para seu grupo de até quatro personagens.

Cada um dos oito personagens tem um conjunto diferente de armas e armaduras, além de técnicas. O jogador deve derrotar inimigos no mundo dos mapas e nas masmorras para avançar na história. O jogo abandonou a visão em primeira pessoa de Phantasy Star, mostrando a luta em terceira pessoa.

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Características

Diferenças regionais

Subtítulo: o título completo do jogo japonês é “Phantasy Star II: No Fim da Restauração”. O jogo inglês dispensou o subtítulo.

Lutz ou Noah: na versão original japonesa, Lutz é um Esper que vive na mansão Esper em Dezo, e ajuda Rolf e amigos em sua missão. Ele é o mesmo Esper que acompanha Alis em Phantasy Star. Como a versão ocidental do primeiro game teve a alteração de seu nome de Lutz para Noah, isso passou despercebido para a maior parte dos jogadores.

Referência gay: Ustvestia, um músico que ensina aos personagens a técnica Musik, é abertamente gay no jogo japonês. Quando solicitado a ensinar a um personagem masculino a técnica Musik, ele comenta “Ele é uma graça” e cobra menos por ensinar personagens masculinos. Quaisquer referências óbvias a isso foram removidas do lançamento americano; Ustvestia comenta “Ele parece esperto”, mas ainda cobra menos pelo ensino dos personagens masculinos.

Áudio: há diferença no áudio: embora as faixas sejam as mesmas, as batidas de caixa são muito mais altas na versão japonesa.

Calendário: na versão japonesa, o jogo se passa 942 anos após os eventos de Phantasy Star I e não mil anos, como no jogo ocidental.

Ordem dos planetas: no primeiro Phantasy Star, a ordem dos planetas em relação a estrela é Motavia, Palma, e Dezoris. Em Phantasy Star II, a ordem é Palm, Mota e Dezo. Segundo a trama do jogo japonês, um alinhamento dos planetas com a estrela Algol fez Palma e Motavia trocarem de órbitas, evento que ficou conhecido como “Grande Desastre”. O jogo americano também tem a troca de órbitas, mas sem qualquer explicação do motivo.

Morte de Rolf: na versão japonesa, Rolf e seus amigos morrem em Gaila, mas seus corpos são recuperados e clonados por Tyler. Já na versão em inglês, o grupo é salvo da morte antes do choque.

Nomes alterados: vários nomes e sobrenomes foram alterados na versão americana do jogo. Algumas foram necessárias para o uso de apenas quatro caracteres, mas outras não. O japonês Rudger se tornou Rudolph em inglês, abreviado para Rudo, sendo que o nome original podia ser mantido e abreviado como Rudy. As japonesas Anne e Amia foram praticamente invertidas na versão americana, virando Amy e Anna. O japonês Huey virou Hugh. Entre sobrenomes, Saga virou Sage, Reane virou Thompson, Amirski virou Zirski, Ji An virou Kain, e Levinia virou Gold.

Além dos nomes, o título do homem conhecido como comandante/governador na versão americana era governador-geral/vice-rei na versão original (mesmo padrão do Phantasy Star original.

Nomes de itens: vários foram alterados, e de novo, alguns sem necessidade técnica. Bandannas viram scarves; “bandanna” poderia ter sido abreviado como “band” sem qualquer problema (o que fariam mais tarde em Phantasy Star IV). Capes eram originalmente Fibliras, mesmo nome usado nas capas femininas de Phantasy Star III. Os itens da série Bar eram chamados Claws no Japão (padrão seguido nos dois jogos posteriores). Da mesma forma, itens da série Fiber eram chamados de Glass no Japão. Shoes e Boots eram Leather Shoes e Boots no jogo japonês, com as Boots tendo diferentes versões (Helitham, Schnera e Guarder). A Neicape era chamada de Neifield.

Kain apaixonado: no Phantasy Star II japonês, supõe-se que Kain estivesse apaixonado por Nei, e essa seria parte de sua motivação para se juntar ao time de Rolf. Não há qualquer indício disso na versão americana do jogo.

Recepção e legado

Nas semanas seguintes ao lançamento, Phantasy Star II já era considerado bem aceito pelo público japonês. A Sega recebeu inúmeros telefonemas de jogadores querendo dicas. “Quase todas as ligações era de pessoas dizendo ‘Ajudem, estou preso aqui e não sei o que fazer!”, lembrou o staff da Sega em 1989. “O mais estranho é que todos pareciam estar travados no mesmo lugar”.

Para a revista Nintendo Power, foi um jogo “de muitos primeiros”. Foi, por exemplo o primeiro RPG para o Mega Drive, lançado nos EUA dois meses antes de Final Fantasy (NES), outro jogo importante na popularização do gênero na América.

Phantasy Star II é considerado por muitos como precursor de certos aspectos dos games de RPG, como um enredo dramático, vivido por personagens que lidam com temas sérios. Levi Buchanan, da IGN, avaliando o lançamento para celulares, o elogiou como um jogo “impressionante” e “com um verdadeiro senso de descoberta” e “uma de suas plot twists favoritas nos videogames”. Sua nota de review foi 8.5/10, com o conceito “ótimo” e notando que o jogo “venceu o desafio do tempo”.

O cenário mais puro de ficção científica de Phantasy Star II também foi um marco para os RPGs, antes amplamente restritos a cenários de fantasia (ou no máximo fantasia científica). A trama também foi única, revertendo o cenário comum de invasão alienígena, apresentando terráqueos como invasores e não protagonistas se defendendo de agressores do espaço.

Phantasy Star II apareceu em várias listas do tipo “Melhores Jogos de Todos os Tempos”, incluindo a da GameSpot em 2005. A revista Mega o colocou o jogo na 29ª posição em seus “Principais Jogos Mega Drive de Todos os Tempos” em 1992. Em 1997, a Electronic Gaming Monthly o colocou como 30° melhor jogo para consoles de todos os tempos, dizendo que era o melhor RPG do Genesis devido a seus personagens, história, inimigos e tamanho.

Em 2003, apareceu na posição 92 dos melhores da história pela IGN, citando como “surpreendeu a todos com a morte de um grande jogador a um terço do caminho” anos antes de Final Fantasy VII fazer algo parecido, além de “um sistema de pontos de experiência equilibrado, chefes durões e uma das maiores e mais difíceis missões de RPG que já vimos.

Em 2009, a Nintendo Power citou Phantasy Star II — juntamente com Phantasy Star IV — como um dos maiores RPGs de todos os tempos. Em 2011, a GamePro o incluiu na sua lista de “20 jogos que definiram os RPGs”.

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Editaram esse artigo: Daniel Lemes

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