Aztec Adventure (Master System)

Controle o aventureiro Niño em busca do paraíso perdido em Aztec Adventure.

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Aztec Adventure ou Aztec Adventure: The Golden Road to Paradise é um jogo do gênero aventura, desenvolvido e publicado pela Sega para o Master System, em 1987. O jogador controla o garoto Niño, um aventureiro que deve atravessar um labirinto em busca de um paraíso perdido que, supõe-se, abriga grandes tesouros.

No Japão, foi lançado como Nazca ’88 (ナスカ’88).

História e desenvolvimento

A produção / planejamento foi de Chieko Aoki, designer que não foi creditada, mas aparece em outro game importante da Sega, Phantasy Star (usando o codinome Otegami Chi).

Enquanto a versão japonesa mostra a aventura na civilização Nazca, habitante do atual Peru, história e título foram mudados no resto do mundo para a cultura Asteca (ou Azteca) mexicana. Mesmo assim, elementos originais como as Linhas Nazca foram mantidas.

Se jogado em consoles compatíveis, Aztec Adventure usa o recurso de som FM, com grande melhoria de áudio.

Enredo

Descrição do cartucho brasileiro:

Em algum lugar da floresta dos antigos Astecas está escondido um paraíso. Para chegar até lá, você tem que atravessar um labirinto perigoso, cheio de criaturas misteriosas. Por isso, nunca alguém conseguiu alcançar este paraíso. Somente El Niño, o explorador, é corajoso o bastante para se aventurar no labirinto… e com chances de sobreviver.

Nesta terra onde o dinheiro fala mais alto, cada um tem seu preço. Seus inimigos de hoje podem ser seus aliados de amanhã. A caminhada será arriscada, mas o Paraíso Asteca espera por você!

Jogabilidade

O jogador pode pagar outros personagens para ajudá-lo na missão — controlados pela IA. Há elementos de quebra-cabeça, embora menos complexos que em jogos como Zelda, da Nintendo. Há certa semelhança com Zelda, do NES, lançado cerca de um ano antes.

A jogabilidade se assemelha a outros games de exploração, mas o fato do personagem poder atacar apenas em quatro direções (sem diagonal) foi criticado pela maioria dos jogadores.

Recepção e legado

Aztec Adventure é lembrado com frequência como um dos bons títulos do Master System, pela variedade de inimigos e cenários, e também como um jogo difícil, pela impossibilidade de salvar os avanços e inexistência de passwords.

A revista Sega Pro A–Z (britânica), em novembro de 1991, deu ao jogo nota 70/100, descrevendo a ação como “uma exploração divertida com alguns bons toques”. A The Sega Magazine deu nota 60/100, notando certa semelhança com Golvellius, mas “mais do mesmo, só que simplificado”. A crítica também avalia negativamente o fato de a cada vida perdida, o jogador voltar ao início da fase, não importando aonde esteja.